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A elaboração das Constituições Federal e Estadual refletiu o momento de efervescência associativa desencadeado com o fim da ditadura militar, quando os diferentes segmentos sociais que se organizavam buscaram garantir espaço nos novos marcos jurídicos do País e de Minas Gerais. As duas constituições estabeleceram as bases para uma democracia de contornos consensuais, o que incentiva a dispersão de poder e a expressão da diversidade, mas implica esforço para a conciliação dos interesses dos diversos grupos políticos. Em Minas, o diálogo com a população, explorado no processo constituinte, revelou-se uma espécie de embrião de vários mecanismos institucionais para aproximar Parlamento e sociedade, consolidados nas décadas de 1990 e 2000.

 

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