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O que determina o uso de estratégias distintas pelos presidentes para moldar a agenda governamental? Sob que condições os chefes do Executivo combinam suas prerrogativas constitucionais (recursos formais) com mecanismos informais para alcançar sucesso legislativo? Trata-se de uma ação individual ou, em determinadas circunstâncias, os ministros são mobilizados para atuarem em conjunto com os presidentes? Essas questões merecem um olhar mais atento da Ciência Política, particularmente dos estudos que se dedicam à compreensão do presidencialismo de coalizão. Até o momento, pouco se sabe sobre a dinâmica que define esses movimentos.

A proposta aqui apresentada tem por objetivo investigar essas questões, por meio de uma análise comparada entre Brasil e Uruguai. Em ambos os países, o processo de redemocratização veio acompanhado de mudanças no desenho institucional, que tem levado à formação de coalizões governativas pelos presidentes.

 

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