A pesquisa investiga a emergência da presidência institucional na América Latina no contexto da redemocratização recente (1980-2013).

A hipótese principal do estudo é que o tipo de governo (unipartidário ou de coalizão) afeta as mudanças na organização presidencial, sendo este efeito condicional à natureza da agenda presidencial e aos limites constitucionais à mudança do Poder Executivo. Essas mudanças são mais frequentes em governos de coalizão, devido ao formato multipartidário do gabinete.

O estudo concentra-se em dois processos de mudança, relativos ao (1) tamanho e à (2) complexidade interna da Presidência.

A análise abrange as mudanças das presidências em seis países. Os países foram selecionados com base no tipo de governo formado ao longo do período analisado: unipartidários (Argentina e México); de coalizão (Brazil e Chile); e misto (Uruguai e Peru).